E nos dias mais tristes vou lembrar:
Não há dor que o amor não cure...
Sempre atento, prestativo...
Nos tomando nos seus braços...
Não importa onde esteja...
Não importa a maneira...
Só importa o amor!
Esse nunca morre, nem tampouco abandona.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Mais um dia...
Dias vão e vem...são apenas recomeços
No contexto, simples prendas de
presente...
Trás à vida, outra chance na
alvorada.
Nascem feito risos leves, inocentes,
sem sinais...
Com o sol, aliado genioso, só me trás
de volta ao mundo...
À um mundo sem caminho, sem certeza,
sem destino.
Sendo meros responsáveis pela luz da
esperança...
Que acalma, que abranda, que renova
nossas lutas...
Como assim, iria eu, controlar o
desespero?
Se não fosse essa certeza de viver um
dia inteiro
E reparar as avarias...
Oh! dias incansáveis, não me deixe
assim tão cedo...
Tenho linhas pra traças, tenho xales
pra tecer...
Assim, só de brincadeira, tenho a vida
pra viver.
Qual sereno podes ser?
Mas não me sejas por demais, pois bem
gosto da euforia...
De sugar de mais um dia, toda luz, todo prazer.
Mas de certo , eu te ordeno: Vá, mas
volte bem cedo!
Leve junto os infortúnios que hão
sempre de aparecer...
E assim, quando na noite sossegar, bradando a senhora do tempo...
Lembre de mim , aqui no meu leito
tranquilo, por certo, repouso inquieta...
E dos ninhos, das flores... de todos seres viventes que esperam pra renascer.
(Sandra Cotting)
quarta-feira, 27 de março de 2013
Folhas ao vento
Voei pra longe, eu
sei...
E onde um dia eu tive um porto
Deixei marca tatuada
Fui mais leve do que pude sustentar
Voei depressa,
insegura...
Na Incerteza de um tempo sem parada
Embalada em nostalgia
Me esvai , me fiz rogada...
E num mundo onde o
sol
Renasce preguiçoso,
Traz as perdas do
outono
E as flores da
esperança...
Veio alegre, debochado,
Um certo brilho, um
certo olhar...
Uma torrente inesperada
A magia de amar...
sábado, 23 de março de 2013
Versos ao tempo
Um dia conheci um
garoto
De coração ressabiado...
Que se dizia mal de tudo...
Mas que de vero, era um achado...
Coração doce de criança...
De uma malícia imaculada...
De quem só vive da esperança...
De um amor na alvorada...
Um garoto triste e tolo...
Por se achar mal censurado...
És melhor que o suprassumo...
Com seu brilho enclausurado...
Um dia tive a alegria...
De viver entre seus sonhos...
Hoje sou só a saudade...
Que a vida nos traz aos prantos...
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