domingo, 12 de outubro de 2014

Às Crianças


Como posso não amar e agradecer estes pequenos?
Se mesmo hoje, em mim, ainda trago meios traços,
De uma infância sorridente de bagunça e estripulia...
Onde tudo acontecia, no meu eu, seguindo um certo manual.

É nos sonhos de criança, aqueles meros, fictícios...
Onde não havia dor, nem choro ou dias de azar...
É exatamente nesses planos calculados, cronológicos...
Que entendo minha alma, minha ânsia de amar.


 Sandra Cotting

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Descoberta


E de repente aquela torpe fantasia se evapora, desintegra,
Já não tenho mais meu eu...
Minha existência que por vezes pareceu desmerecida,
Agora certamente encontrou razão de ser.

Descobri que sou estrela,
Que encanta com seu brilho refletido...
Que precisa de um sol, de um guia
De uma alma dominante eu seu altar.

sábado, 5 de julho de 2014

Submissão


Te proponho o meu servir,
e confio o meu corpo em tuas mãos.
Te anseio, te aceito e a ti me submeto...
Aos teus pés, me coloco em devoção.




quinta-feira, 12 de junho de 2014