domingo, 24 de fevereiro de 2013

Saudades da minha infância


Ai que saudade malvada
Da minha infância gostosa
das noites enluaradas
das tardes de animação

Da vida, eu nada esperava
Apenas as brincadeiras
Com pressa eu  ansiava
sonhando com a diversão

Menina, eu desejava
Que as manhãs nunca acabassem
Dos cheiros inebriada
Das prendas de minha mãe

Saudades que dói no peito
De um tempo que volta jamais
Da leveza e doçura da infância
Que a vida deixou pra trás.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Sem você, morro....


Meu corpo já não pode existir sem ter o teu...
Cada poro, cada fibra...  clama triste, ansiando o teu suor...
Cada grito dos meus lábios não tem outra direção, senão teu nome...
E assim, ainda busco incessante... mais um pouco de você.

Minha pele, sempre ardente e consternada...
desabrocha... irradia comoção...
Basta só imaginar teu toque doce....
Toca a alma... é paixão imaculada...

E assim, percebo intrusa neste instante...
Que sem ti a minha vida não tem cor...
Morro inteira, a cada dia sem teu peito...
Me alimento do teu beijo... e respiro teu amor.





terça-feira, 13 de novembro de 2012

É assim que se ama...


É assim que se ama...
É chamando... é querendo...
É dizendo pro seu travesseiro,
Que ele não é o mesmo sem ter o seu cheiro.

É assim que se ama...
Com palavras amáveis...
Carinhos... denguinhos...
Sonhos compartilhados... noites de intensa paixão.

É assim que se ama...
Se dizendo obrigado por cada segundo que se passa junto...
É chorando sozinho à cada partida...
Acreditando que o amor não suporta despedidas...

É assim que se ama...
É chorar de alegria com sua chegada...
É gritar feito louca... uma desvairada...
E dizer com verdade... sem ti, não sou nada;

quinta-feira, 20 de setembro de 2012



Os grilhões que me prendem a você...
Não são de ferro... ou aço... ou mesmo qualquer metal...
O mais forte material, não se compara um só instante...
À  tua alma dominante...  Me cativou eternamente...